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Macrocosmo, o Universo
Macrocosmo, o Universo

 

 

 

No Universo, tudo que existe, tenha ou não identificação é designada Kosmos ou Cosmos. É identificado ora com o Universo, o mundo que é um todo orgânico, ora como o mundo das coisas grandes, das leis magnas, das leis da física, dos conjuntos estelares, planetários, galácticos e do que possa ser considerado grande, maior, enorme, aos conjuntos dos conjuntos, livros de referência de referências, aos conjuntos conhecidos de determinada época etc.

Na visão religiosa os Elementos do Universo dividem-se em Deus (Criador), Espírito (é a denominação que se dá aos seres extracorpóreos, que povoam o Universo, fora do mundo material) e Matéria (a matéria existe em vários estados, pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil, que nenhuma impressão cause aos sentidos). Contudo, é sempre matéria, pois é o agente, o intermediário com o auxílio do qual e sobre o qual atua o Espírito, constituindo o princípio de tudo que existe, sendo considerado o mistério da Trindade. A união do espírito e matéria é formada pelo fluído universal que também pode ser chamado de "matéria cósmica primitiva", é o elemento primordial gerador dos mundos e dos seres. Esse fluido preenche todo o universo e, podemos dizer que tudo se encontra mergulhado nesse fluido. Todos os corpos são formados desse elemento primitivo, que se modifica para dar origem aos corpos chamados simples. Este elemento primitivo é que determina as diversas propriedades que a matéria apresenta, devido às modificações que as suas moléculas elementares sofrem por efeito de sua união, em certas circunstâncias. Esta matéria elementar é suscetível de experimentar todas as modificações e adquirir todas as propriedades, podendo dizer que tudo está em tudo. Dessa forma, o oxigênio, hidrogênio o carbono e todos os corpos que consideramos simples, são meras modificações de uma substância primitiva.

Esse fluido está colocado entre o Espírito e a Matéria, é universal ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá.

Na visão científica são atribuídas as seguintes propriedades da matéria:

. Massa:  quantidade de matéria de um corpo.

. Extensão: é a porção do espaço, ocupada pela matéria. Toda matéria ocupa um determinado lugar no espaço.

. Impenetrabilidade: Duas porções de matéria não podem, ao mesmo tempo, ocupar o mesmo lugar no espaço.

. Inércia: quando um corpo, formado naturalmente por matéria, está em repouso, é necessário uma força para colocá-lo em movimento. Se o corpo estiver em movimento, é necessária uma força para alterá-lo ou fazer o corpo parar.

.  Divisibilidade: podemos dividir um corpo ou pulverizá-lo até certo limite. As partículas são formadas de partículas menores chamadas átomos.

É interessante definir, também, que Matéria é tudo o que possui massa e extensão. Corpo é uma porção limitada da matéria e Substâncias são as diferentes espécies de matéria. Os principais elementos constitutivos da matéria são as moléculas e os átomos, os quais se subdividem em partículas cada vez menores e que é objeto das mais recentes pesquisas pela ciência.

 

Cosmologia

A cosmologia surgiu como a parte da filosofia que estuda a estrutura, a evolução e composição do universo, sendo a primeira expressão filosófica apresentada no príodo pré-socrático ou cosmológico. Suas principais características são: a substituição da explicação da origem e transformação da natureza através de mitos e divindades por explicações racionais que identificam as causas de tais alterações, defendendo a criação do mundo a partir de um princípio natural e que a natureza cria seres mortais a partir de sua imortalidade. No período em que a cosmologia prevaleceu, as pessoas acreditavam que, a natureza somente poderia ser conhecida através do pensamento, ou seja, existia a necessidade de pensar para chegar ao princípio de todas as coisas.

Até que surgiu uma nova maneira de encarar a natureza, e por extensão, o universo. Esta nova maneira recebe o nome de ciência, e, ao contrário da subjetividade inerente aos mitos e lendas primitivos, é caracterizada pela objetividade. Inicialmente são feitas suposições gerais sobre o objeto de seu estudo, e a partir destas suposições, ou postulados, é elaborada uma teoria científica. A teoria deve explicar os fenômenos aos quais ela pretende se aplicar, e deve fazer previsões de novos fenômenos. As previsões são então testadas através da experiência ou da observação da natureza. Desta forma, uma teoria será comprovada ou não, dependendo dos resultados dos testes.

O estabelecimento da ciência moderna resultou do trabalho de inúmeros pensadores. No caso das ciências exatas, e em particular da física, o primeiro cientista moderno foi sem sombra de dúvida, o grande sábio inglês Isaac Newton (1643-1727). A sua obra marca o início desta maneira rigorosa e objetiva de se estudar a natureza: o método científico.

A cosmologia é, portanto, a ciência do universo, o seu fim é entender o universo, e isto inclui a sua formação, a sua evolução e o seu estado presente, ou seja, responder as definitivas questões: de onde viemos, para onde vamos e onde estamos.

Pode-se afirmar que a cosmologia, como hoje é entendida, teve o seu início em 1917, quando o físico alemão Albert Einstein (1879-1955) propôs o seu modelo do universo. Baseado na Teoria da Relatividade Geral (TRG), de sua autoria, que é uma teoria de gravitação e, na sua percepção do mundo físico, Einstein estabeleceu um modelo do universo que, em grande escala, era homogêneo, isotrópico, em média, o mesmo em todas as direções e estático. A idéia de um universo em expansão, tão popular hoje em dia e característica principal da cosmologia moderna, não era de forma alguma sequer imaginada.

 

Astronomia

É a ciência que estuda e observa esses corpos celestes, através da Astronomia que tem a finalidade de nos fazer conhecer o Universo onde nos encontramos e do qual fazemos parte, os Astrônomos estudam os corpos celestes no que se referem ao tamanho, distâncias, movimentos, composição, origem e evolução.

 

Astrologia

A Astrologia é um sistema de referência que tenta correlacionar o Macrocosmo (Universo) e o Microcosmo (Homem), uma ferramenta para o autoconhecimento. A Astrologia Antropocêntrica ou Humanista (centrada no Homem e não nos fatos) é um esforço feito no sentido de encontrar um propósito para a aparente arbitrariedade dos complexos movimentos cíclicos que compõem a chamada realidade.

A Astrologia pode ser dividida em vários aspectos como:

- Astrologia Médica, Infantil, Vegetal (a influência das configurações celestes sobre a germinação, o crescimento e a frutificação das plantas);

- Meteorológica (as relações entre as posições astrais e os imperativos climáticos):

- Mundial (a ascensão, vicissitudes e queda dos sistemas políticos nos países);

- Empresarial (o aconselhamento tático, estratégico e financeiro das empresas);

- Esotérica (o significado oculto de toda a simbologia astrológica).

- Astrologia Natal, Individual, Antropocêntrica, Genetlíaca, Judiciária ou Humanista, que se dedica a tentar relacionar os fatores celestes com a forma como se desenrola a vida de um determinado indivíduo, visando o desenvolvimento espiritual e não o conforto ou o enriquecimento material.

 

Astrólogo

O Astrólogo é um indivíduo que estuda as técnicas astrológicas, sabe interpretá-las e, ao mesmo tempo, sabe gerir a arte do aconselhamento, respeitando o Livre Arbítrio de cada um, mas, ao mesmo tempo, ter como meta, ajudar seu semelhante no crescimento material e espiritual. A Astrologia não prediz o futuro, mas indica o melhor caminho para uma reforma íntima no presente.

 

Sistema Solar

O sistema solar desde os primórdios da civilização foi um tema de curiosidade e estudo. Os antigos astrônomos olhando o céu notavam que alguns pontos luminosos moviam-se no céu entre as estrelas e que durante o ano alteravam o seu brilho. Estes corpos com movimento errante foram chamados de Planetas, que significa estrelas viajantes, receberam vários nomes, dados pelos diferentes povos antigos: os egípcios, chineses, mesopotâmios, gregos, romanos. No início, as medidas realizadas para este estudo eram pouco precisas e feitas muitas vezes de maneira indireta, utilizando a luz visível para realizá-las.  Após a invenção do telescópio outros planetas foram descobertos: Urano (1781), Netuno (1846) e Plutão (1930, o qual não é considerado mais um Planeta), além de uma infinidade de outros corpos celestes, como os asteróides e cometas. No início do século 20 os cientistas descobriram outros tipos de ondas que como a luz fazem parte do espectro eletromagnético. Estas ondas, no entanto, apresentam uma série de vantagens em relação a luz, basta pensar no mau tempo ou no céu encoberto para realizar observações.

 

 

 

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