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Intuição
Intuição

 

 

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 Almas em corpos errantes

Em buscas incessantes

Que em vidas passadas,

Marcaram um encontro

Sem data, nem hora

Ou lugar para ficar,

Sem saber em que plano,

Em que circunstâncias

Em que tempo

O sinal de alerta as acordará,

São tênues energias

Que vivem em silêncio

Aguardando a fusão

Para o resgate saldar,

Para Almas Afins

Só tem dois caminhos,

Ou, o destino as une

Em um encontro harmônico,

Onde possam na plenitude

Sua unidade expressar,

Ou, vibram em sintonia

Por sua semelhança

Sem pretensões,

Aprendendo o querer e amar

Almas Afins são como estrelas

Que brilham no firmamento

Que se olham ao longe

Sem poder alcançar,

Almas Afins,

Só tem a certeza, em sua essência

Que mesmo,

Sem presente ou, antever o futuro,

Fazem parte de um tempo sem tempo,

A eternidade ou reencarnar.

 

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Na vastidão da negra noite

Escondidos nos obscuros nichos

Agitados os Anjos das Trevas

Infiltram-se entre os homens,

Mudando o presente e futuro

Cerceando a fartura  e fortuna.

 

A Terra treme catastrófica

Ventanias avivam as labaredas

Que consomem a colheita que brota

Exala um odor de asas queimadas,

Dos pobres pássaros que sobrevoam

As secas árvores desnudas de galhos.

 

A noite esconde os escudos nocivos

Dos cavaleiros das guerras ímpias

Semeadores das mazelas na terra

Regozijam-se com templos destruidos,

Constróem uma ara para sacrifícios

Onde recebe oferendas a descrença.

 

Um banquete de animais peçonhentos

Enquanto o “eu” verte lágrimas de sangue

Um Anjo inocente, se ergue flamejante

Desperta as estrelas que acordam cantando,

Anjos brancos  cobrem a terra orando

Aspergem unguentos de paz e esperança.

 

  

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Almas existem desde o início dos tempos 
Excursionam por este imenso Universo 
Sopram vidas em corpos por Deus moldados 
Os animam nas diferentes culturas dos povos  
A cada viagem no Universo que fazem 
Impulsionam o veículo que habitam 
A cumprir a missão pré-determinada 
Resultantes dos saberes armazenados 

Uma Alma leve transita com sua bagagem 
De forma tranquila, sua tarefa é estruturar 
O mortal designado pelo Criador a guiar

Na sabedoria da fé em cada aprendizado 

Existem Almas que vivem nas densas brumas 
Que fazem do mortal um veículo de guerra 
Traz a marca da destruição, peste e fome 
Exterminando e com crueldade zombando  

Almas não possuem peso nem medida 
Como energias, são envolvidas por luz 
Mas existem Almas tristes e perturbadas 
Que dos desafios e aprendizados se furtaram 
Existem tantas outras que povoam o Universo 
A mercê da nefasta bagagem que carregam 
Necessitando do homem, um mero mortal, 

Apenas uma oração com devoção: Ave Maria. 

 

 

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 Quem sabe um pesadelo ou uma viagem?

A escalada de escarpas montanhosas 

Silhuetas que se movem por trilhas áridas

Homem ou Almas em fel de lágrimas

Não lembram a origem, de onde vieram

Não sabem o que o caminho reserva

Apenas a cadência dos sinos que tangem

É único som que sinaliza a vida

Os carrilhões sufocam e cerceiam

Por um tempo sem tempo definido

Um eco atordoa a mente insana

Um corpo cai prostrado e fétido

A Alma desiste, desaba em agonia.

 

 

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 Inúmeros, de diversas fontes e dogmas

Para uns, é o exercício diário da fé

Para outros, apenas a essência, crer

Tantos outros vivem em negação, os ateus.

Crer em Deus Todo Poderoso, o Criador

Deve ser o alicerce para todas as crenças

Pois a espiritualidade é um apelo da Alma

Para semear, cuidar e ver florescer a semente.

Não é um rótulo ou objeto que te fará crente

Nem o estapafúrdio é que te fará Mestre

Pois a fé, em silêncio é que faz o homem grande.

A humanidade se depara com profetas falsos

Que se enaltecem a procura de novos adeptos

Mas só Deus, o UNO, é que amou seus rebanhos. 

 

 

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 Universo, que se faz de impenetrável mistério

A vida, no ato de respirar uma energia intrínseca

Homem, o finito, repleto de evasivas metáforas

Percursos, um vai e vem com segredos ocultos

Sentinelas, a Alma e sua sabedoria em alertas

Os sentimentos, resultante de emoções veladas

A sombra, que como espectro faz companhia

A morte, realidade da passagem efêmera

O som, ruído dos pensamentos em desalinho

O silêncio, caos da razão destituído do verbo

A Fé, com o Livre Arbítrio, Karma, Profecias

O Tempo, na sinfonia da existência é maestro

O Dia, o enlaçar no potencial dos sentidos

À Noite, curvar-se diante do imenso infinito.

 

 

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 Invade a vida sem aviso

Anunciando o fim dos ciclos

Morte, conseqüência da vida,

Sem conchavos e preferências

Cor, credo, idade ou sexo,

Camada social ou cultural

Adeus entre corpos e almas

Corpo em uma lápide fria

Sepulcro escuro, o odor é fétido,

Flores, orações, lágrimas e lamentos,

Anjo da Morte recepcionando

Cobrindo com o manto fúnebre

Entre sombras e audazes demônios

Hediondos, na sepultura a vagar

Alma, inconsciente, busca o norte,

Da aceitação e entendimento

O romper a barreira da atmosfera

A ascensão, busca da vereda de luz,

O Anjo da Vida, sorrindo lhe convida,

Em murmúrio suave para  renascer,

No berço da homogeneidade e da paz,

Um tempo sem tempo em aprendizado

Uma estrela no firmamento junto ao Pai.

 

 

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 Almas em encontros e desencontros

Buscando um sinal entre Corpos

De compromissos em outras vidas

Assumidos em outras circunstâncias

Em um abraço, entre a terra e o infinito,

As Almas em silêncio apenas sentem

As dores das cicatrizes torturantes

O desvario da constante implenitude,

Desta forma, a estagnação mesmo abstrata,

Cria formas, as formas criam negras cascas,

A reversão evolutiva mergulha no caos

Nas brumas, a estrela cai na amplidão,

Pois voraz e inexorável é o tempo

Que não permite retornos pregressos

Não desvenda o amanhã, é impenetrável,

Aguardando, ansiosas, o Dédalo do Destino,

Almas renascem na finitude da Vida.  

 

  

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Semear é a missão

Do homem iluminado,

Por solos áridos

E cobertos de ervas daninhas,

Por corações com crostas

De emoções negativas,

Por estradas com pedras

Ou jardins com espinhos,

É usar com sabedoria

O dom da palavra,

Propagar aos quatro cantos

O valor de uma fé

Espalhar amor

Onde reside o ódio e a ira

Pregar a paz

Entre os irmãos do desamor

Semear é ser guerreiro

Sem medo, ir à frente

Destruindo

A larva nociva que se alastra,

Não importa o tempo

Pois todo tempo é abençoado

E a caridade,

Não tem pressa para ser doada

É conduzir o pensamento

Para uma meta já definida

Domar as feras soltas

Na arena da vida

Espalhar a esperança

A humildade e a consciência,

De um dia todos vivenciarem

O amor em sintonia.

 

 

Ciclo da Colheita

  

No ciclo da colheita

O homem colhe o resultado

De seu Livre Arbítrio,

É quando entende

Que Deus não é cruel e vingativo,

Pois lhe deu de presente

O Dom da inteligência,

Se o Dom foi usado

Com maestria e sabedoria

Colherá o sucesso

E a felicidade plena,

Se o Dom foi desdenhado

Colherá as mazelas

Da Lei da Causa e Efeito,

Desta forma, o homem,

E seus ciclos se sucedem

E, infelizmente,

Na maioria das vezes,

É necessária a queda

No mundo das trevas,

E através do sofrimento

Compreender,

O significado de um Universo

Edificado, sob a energia da luz.

 

 

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 Iemanjá, divindade do grande mar

Quando o “tudo” era o imenso oceano

Imperscrutável, silencioso e destruidor

Senhora da energia misteriosa e criadora

Mãe do equilíbrio, conciliação e amor

Mãe que embala a vida em suas entranhas

Sopro das emoções e inspiração nos homens

Do vigor das vagas ruidosas que dançam

Explodindo em espumas a beira-mar

Protetora dos que navegam em teu reino

Dos que não temem desafios das profundezas

E buscam alimentos para a sobrevivência

Mãe dos sonhos oníricos que invadem a noite

Enquanto a Lua te reverencia no mar

Abençoa a humanidade,

Odoyá minha Mãe Iemanjá.

 

 

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Todos serão eternos

Em um espaço de luz

Livre das amarras terrenas

Sem questionamentos, sem segredos

Seremos apenas Almas itinerantes

Um corpo sutil em viagem

Sem sonhos ou quimeras

Com asas nos conduzindo

Às partículas da memória

Escrevendo nas linhas de um tempo

Chamado eternidade.

 

 

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Muitos passam pela existência

Semeando em terras áridas

Da ilusão e fantasia,

Sem perceber que o amanhã

É a sentença da colheita

O reflexo do dia-a-dia,

No jardim das rosas

É necessário valorizar o espinho,

No jardim dos lírios

É necessário regar com a paz,

No jardim das emoções

É necessário adubar com equilíbrio,

No jardim da humanidade

É necessário extirpar o desamor,

Assim decorrem os segundos

Os ciclos da vida,

Buscando atalhos

Para o caminho encurtar,

Mas, sempre retornando

Ao marco inicial,

Pois o tempo

De colher as flores e frutos,

Está na balança Divina

Onde o “fiel” é o amor.

 

 

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É feito de espiritualidade 
Pois tem como alicerce a fé 
Crer com convicção na energia 
Suprema, infinita, abstrata
Semear solidariedade e caridade 
Frutificar a generosidade em doação 
Fundamentar nossa finitude em prol 
De uma missão especial no infinito 
Quando o objetivo é servir a Jesus 
Não é o caminho da religiosidade 
Pois,  nem sempre é universal 
Muitas oprimem e escravizam 
Fiéis, marionetes das promessas 
De ilusória salvação de pecados 
Quando o pecado maior é usar 
Palavras em nome do Criador 
Para semear guerras sanguinárias 
Na humanidade dizimando irmãos.

 

 

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 Caminha de rua em rua

Bate de porta em porta

Cambaleia entre fardos

Pés descalços, esfolados

Machucado por cascalhos

Alguns fogem assustados

Outros estendem migalhas

Sem questionar a presença

 

Em silêncio percorre a cidade

Entre os crepúsculos do dia

Com a face úmida de lágrimas

Pela  indiferença da humanidade

Que não vê além das aparências

O mensageiro disfarçado era o anjo

Que trazia a palavra do Pai Criador

FELIZ NATAL MEU FILHO AMADO

 

 

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Nas horas soturnas da noite nefasta 
Escura como breu, com a lua oculta, 
Abre-se a porta do que é eterno 
Fragmentos do inexorável Tempo, 
Primeira sala, o saudoso passado, 
Velado por cortinas esmaecidas 
Iluminada por chorosas velas de sebo, 
Habitada por sombras que lamentam 
Alimentadas por tormento e ansiedade, 
Um caminho percorrido do qual restou 
Apenas, entre teias, um santuário com, 
Pergaminhos escritos em hieróglifos 
Segredos aflorados por tristes Almas, 
Alguns passos, nova sala, o presente, 
Alternativas, desafios, abismos, 
Entrelaçando desejos e quimeras 
Através dos anos que envelhecem 
Um corpo abatido e a pele sem viço, 
Assistindo os óbitos e funerais 
Das horas e dias que fenecem, 
Uma sala, velada por véus sombrios, 
Distante, apenas um rótulo, Futuro, 
Destino, um imensurável enigma. 



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 Aceitei o convite do senhor do Tempo

Em suas asas viajei por este Universo

Adentrei, sem medos, em novo espaço

Onde é possível abraçar a felicidade

Esperança, harmonia, união, amor

Um espaço sem nuvens grossas

Livre das tempestades que assolam

Onde as lições de sabedoria são ofertadas

Ao pé dos pensamentos, na raiz da lógica

Esculpindo formas de lembranças na memória

Um espaço de ar puro, com a brisa em sussurro

Cantando doces melodias para reflexão

Um horizonte distante, onde mora o arco-íris

As Almas repousam e homens sonham.

 

 

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Sacralidade, prescrito e exaltado pelo Divino 
Tudo que possui a garantia de sobrenatural 
Um paradigma instigante a ser desvendado 
Os astros em seus domínios cósmicos 
A Natureza, seus Elementos e Elementais 
As divindades nas religiões e seus rituais 
A raiz do destino dos homens e deuses 
Os mistérios do corpo, a vida e a morte, 
O processo da fecundação e sexualidade 
O futuro como tempo, tratado como enigma 
A amplidão do poder humano que fascina 
Aos sacerdotes, mágicos, sábios e intelectuais 
Sacrilégio, proibido ou condenado pelo Divino 
Os desmandos sobre a Natureza, 

Obra de Deus Mãe dadivosa,

Que protege todos os seres vivos 
Que, ao sofrer injúrias, do Homem, seu filho 
Impõe-lhe limites, pela lei de ação e reação, 
Devolvendo-lhes os mesmos resultados, 
Como lições a título de precioso aprendizado 
A profanação da sacralidade do Microcosmo 
Dos homens que professam sua fé com seus dogmas 
Como se o sagrado não pertencesse ao humano,

Como se a questão do sentido transcendente 
Do ser e da vida pudessem ser encobertos. 

 

  

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Portais paralelos, quase sempre em conflito

Corpos, Almas, entre o nascer, viver, fenecer

Portais que abrem e fecham no tempo marcado

Solenidades idênticas na medida da encomenda

Revestidos de simplicidade ou suntuosidade

A caminho do temível e desconhecido destino

Na vida, promessas generosas, metas malogradas

Sutis esperanças a deriva nas intempéries opressoras

Ideais perdidos entre rotas do inexorável tempo

Encarcerados na memória da consciência

Na morte, o descortinar dos mistérios e enigmas

Ao adentrar ao Portal transpondo epitáfios

Um templo sem teto, apenas um ciclo findo

A única realidade de um propósito grafado

Quimeras e crenças, na história entrelaçadas.

 

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Na vastidão da negra noite

Escondidos nos obscuros nichos

Agitados os Anjos das Trevas

Infiltram-se entre os homens,

Mudando o presente e futuro

Cerceando abundancia e fortuna.

A Terra treme catastrófica

Ventanias avivam as labaredas

Que consomem a colheita que brota

Exala um odor de asas queimadas,

Dos pobres pássaros que sobrevoam

As secas árvores desnudas de galhos.

As brumas ocultan escudos nocivos

Dos cavaleiros das guerras ímpias

Semeadores das mazelas na terra

Regozijam-se com templos destruidos,

Constróem uma ara para sacrifícios

Onde recebe oferendas a descrença.

Em banquete de animais peçonhentos

Enquanto o “eu” verte lágrimas de sangue

Um Anjo inocente, se ergue flamejante

Desperta as estrelas que acordam cantando,

Asperge unguentos de paz e esperança.

 

 

 

Noite escura, um rio entre brumas se descortina 
Um barqueiro decrépito em viagens contínuas 
Transporta Almas por estranhas cercanias 
Murmurando uma canção triste e dolente 
Pois nem todas estão conscientes da travessia 
Algumas pedem clemência desejando ficar 
Outras, como zumbis, empurradas sem dó 
E o barco desliza no rio carregando o fenecer 
Os obcecados dizem que necessitam de moedas 
Os céticos como insanos dão gargalhadas 
Os evoluídos sabem que não é este o processo 
Assim decorrem épocas e as estórias se propagam 
Com ou sem barqueiro todos fazem a travessia 
Sem rótulo de raças, seres cristãos ou ateus 
E no Porto das Almas, suas incertezas ancoram. 

 

 

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