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Ciência e Fé
Ciência e Fé

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Nosso Universo no todo, tem como alicerce a Ciência, mas o Homem, no uso lógico de sua inteligência mental, sabe que, além da Ciência está a Fé e, este fato é comprovado quando o inexplicável ocorre e ele tem que aceitar os desígnios de Deus.

A história registra depoimentos de grandes cientistas que conseguiram desenvolver suas tarefas em conjunto com sua fé como Pasteur, o grande microbiologista francês do século XIX, que entendia a busca pela verdade na ciência e na fé como inter-relacionadas e afirmou: “Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas”.

Ciência – “a ciência nos proporciona um domínio cada vez mais firme da realidade física”.

O cientista depende de métodos científicos para processar seu trabalho, os quais em primeira instância decorrem de dados informativos de relevância, após processados se tornam conhecimentos primários que resultarão em conhecimentos específicos, resultantes da inteligência mental do indivíduo. Os procedimentos variam de acordo com as áreas, mas sempre parte de hipóteses para definir o fenômeno ou observação de interesse, a seguir ele desenvolve experimentos e testa suas previsões, as quais não obtendo confirmações, se tornam hipóteses. O cientista retorna aos seus dados, aos seus conhecimentos, reformula suas idéias até chegar ao patamar da objetividade do estudo em questão, para que ocorra, de forma imparcial, o resultado. A etapa final é documentar sua conclusão para que, outros cientistas, de posse dos dados de referência possam analisar e concluir a veracidade dos fatos.

 

Fé – “a fé nos proporciona um domínio cada vez mais firme da necessidade de uma ascensão espiritual, ou seja, conhecer nossa essência”.

Não é possível existir Fé sem conhecimento de fatos e, mesmo que não sejam vistos o entendemos como verdade absoluta, real, existente e incontestável.  O Homem sabe que o “todo” é dividido entre o físico e o espiritual e, para vivenciar sua espiritualidade usa de seus dons (que são os fatos) de suas faculdades espirituais (que é o conhecimento) e das experiências (seu dia-a-dia), que comprovam o resultado irrefutável, “o Universo Espiritual”.

A palavra fé é usada, muitas vezes, de forma indiscriminada, evasiva e sem entendimento, pois os adeptos de qualquer religião são chamados de "pessoas de fé", mas a fé, não está atrelada a religiosidade, pois um indivíduo pode ter Fé em Deus e não estar ligado a nenhuma ramificação religiosa.

O fato verdadeiro da Fé é crer em um único Criador e sua Palavra, o alimento da Fé é uma entrega irrestrita, em confiança na realidade que nos é apresentada, na submissão, certeza e convicção dos fatos, “o Macrocosmo e o Microcosmo”.

 

Religião

Religião é uma palavra derivada do latim “Religare”, que significa “ligar novamente”, é o processo que une nossa essência com a essência de Deus. A Religião é uma necessidade para a evolução do Homem, seus caminhos são diversos e, todos podem levar seus seguidores à ascensão espiritual.  A escolha da Religião ocorre de dentro para fora, não é adquirida por herança familiar ou escolhida por fanáticos religiosos que apregoam que a sua religião é verdadeira e menosprezam as demais.

Nenhuma religião é melhor do que a outra, cada uma tem seus dogmas religiosos os quais devem ser respeitados por seus adeptos ou iniciados, mas devem ter como essência única, o Amor Universal.

O papel fundamental de religião é explicar os conteúdos existenciais do ser humano: de onde viemos, qual a missão nesta caminhada e para onde vamos após a morte do corpo físico. Quando o homem se satisfaz com a doutrina religiosa ele passa a ter um sentimento religioso, o qual fundamenta sua permanência e aquiescência plena sobre os conhecimentos repassados.

Muitos optam por conviver apenas com sua Fé e deve ser respeitado seu Livre Arbítrio, pois em seu entendimento de religião, não há necessidade de um elo simbólico, entre o Homem e o Divino.

Historicamente, a religião é a crença em forças, poderes, deuses sobre-humanos, impotência perante esses poderes, desejo de salvação.

Fenomenologicamente, a religião está ligada ao sagrado: objeto, lugar, tempo, ritual, palavra etc.

 

Religiões

As religiões são um fenômeno inerente a cultura humana e acompanham o Homem desde o início de sua História. Os registros mostram que grande parte de todos os movimentos humanos significativos tiveram a religião como mola propulsora, vinculados ao poder político e social.

Embora a Ciência avance, este fenômeno sobrevive e também, avança para descontentamento dos céticos, pois a religião é parte integrante e inseparável da cultura humana.

 

As religiões mais conhecidas são:

O Totemismo, a mais primitiva das religiões, com a ideia de totem, maná e tabu,  subordina um grupo de homens chamado clã aos seres considerados sagrados. O totem refere-se a tudo o que os membros de um clã julgam sagrados. Podem ser animais, árvores, pessoas etc. O termo mana designa uma força, material e espiritual, comum aos seres e coisas sagrados. O tabu — proibições — visa, essencialmente, a separar o sagrado do profano. (Challaye, 1981, cap. I)

 

O Animismo é a religião que coloca em toda a natureza espíritos mais ou menos análogos ao espírito do homem. O Animismo foi, a princípio, chamado Fetichismo, coisa encantada, dotada de força mágica (Challaye, 1981, cap. II).

 

A Religião do Egito mostra-nos numerosas sobrevivências do Totemismo, um Animismo manifestado especialmente pela importância atribuída à vida futura dos mortos, um Politeísmo que alguns tentaram orientar para o Monoteísmo (Challaye, 1981, p. 44). Diz Emmanuel “Que o destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles problemas solucionados e conhecidos” (Xavier, 1972, p. 45).

 

As Religiões da Índia apresenta uma mistura de abundantes sobrevivências totêmicas e animistas e de um Politeísmo que se orienta ora para o Monoteísmo, ora para um piedoso Ateísmo (Challaye, 1981, p. 59).

 

O Judaísmo é a religião dos israelitas ou hebreus ou judeus. O documento essencial sobre o Judaísmo é o livro sagrado de Israel, o Antigo Testamento. A palavra testamento foi introduzida pela Igreja Cristã, a aliança entre Deus e a humanidade. O Decálogo que a tradição atribui a Moisés é uma bela página de literatura religiosa (Challaye, 1981, p. 140-152).

 

O Cristianismo é a religião dos Cristãos. É uma religião monoteísta que coloca em primeiro plano a comunhão com Deus, o Pai, por intermédio de seu filho Jesus Cristo, Salvador da humanidade (Challaye, 1981, p. 202).

 

O Islamismo é termo erudito que designa a religião do Islão (assim chamado pelos muçulmanos, seus adeptos), fundada pelo profeta Maomé e baseada no Corão (livro que lhe foi revelado por Deus) (Enciclopédia Luso-Brasileira).

 

A Revelação Espírita, por sua natureza, participa ao mesmo tempo da revelação divina e da revelação científica. Quer dizer que sua origem é divina e da iniciativa dos Espíritos, sendo a sua elaboração fruto do trabalho do homem. Nesse sentido, o Espiritismo procede da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental, ou seja, faz hipóteses, testa-as e tira as suas conclusões. Por exemplo: à hipótese de que os Espíritos que não se consideram mortos, os Espíritas devem provocar a manifestação de Espíritos dessa categoria e observar (Kardec, A Gênese, p. 19 e 20).

 

Religiosidade

Religiosidade é a qualidade de ser religioso, de ter uma religião, mas deve ser professada sem fanatismo para que a Fé não seja substituída por obsessão. Busque sua religiosidade com os Olhos da Alma, seu Mestre Interior o direcionará a ramificação adequada às suas necessidades, não esqueça que a caminhada evolutiva é apenas sua e que a natureza da vida é movimento, o permanente é a mudança e só a mudança de dentro para fora trará a evolução.

Faz parte das Religiões o acervo literário,  símbolos, mitologia e rituais.

 

Ciências Ocultas

As Ciências Ocultas compreende atividades e ensinamento de fundamento místico, relacionado com o sobrenatural, é um tipo de religião que enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima com Deus, com a consciência da Divina Presença. É a religião em seu mais apurado e intenso estágio de vida. O iniciado que alcançou o "segredo" foi chamado de místico, aquele que aspira uma união pessoal ou a unidade com o Deus, Criador.

 

 

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